topo
Mostrando postagens com marcador Jornalismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jornalismo. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Jornalismo


Nome do entrevistado:
Carvalho, Maria Palmira Torresan de
E-Mail:
maria-palmira@bol.com.br
assessoria@brunnocarvalho.com

Área de atuação:
Jornalismo

- Porque você escolheu esta área profissional?

R. Foi por acaso... Recebi convite para escrever coluna social em um jornal já extinto e abracei a oportunidade. Hoje tenho registro definitivo de jornalista profissional, embora não sou formada em Jornalismo. A minha formação acadêmica é Direito e Ciências Contábeis.

- Quais cursos/faculdades são necessários para se tornar um profissional nesta área?

R. A Faculdade é essencial. Considero a prática muito importante. Como não cursei a Faculdade, procuro sempre participar de palestras, congressos e também já fiz alguns cursos como Assessoria de Imprensa, Cerimonial e outros.

- Quais são as maiores dificuldades encontradas em seu dia-a-dia?

R. Como faço coluna social não encontro grandes dificuldades. A internet ajuda muito, aliás, ela é fundamental no envio e também no recebimento de material.

- Os recursos investidos em especializações para a sua carreira estão dando o retorno esperado?

R. Como já disse, fiz alguns cursos, mas o que conta mesmo são a prática e a credibilidade que conquistamos no decorrer dos anos, que considero o maior investimento. Desenvolvo esse trabalho há 15 anos. No Jornal O Liberal Regional estou há 7 anos, divididos em 2 anos com o fundador e antigo proprietário e 5 anos com o Sistema Regional de Comunicação.

- Quais são os maiores pontos positivos em trabalhar nesta área?

R. O reconhecimento das pessoas. No meu caso, me tornei uma pessoa muito conhecida e popular. Muitos conhecem o meu nome e não e minha imagem e como tenho nome não tão comum, algumas pessoas me perguntam: você que escreve no Jornal? É gratificante. Já passei por situações engraçadas..risos... dei até autógrafo.

- Esta profissão completa seus objetivos profissionais ou ainda falta algo?

R. Gosto do que faço, mas acredito que sempre temos objetivos para alcançar.

- Existem níveis de cargo em sua profissão?

R. No meu entender, cada um tem a sua função e não é exatamente nível de cargo. A experiência conta muito.

- O mercado de trabalho acolhe bem os profissionais nesta área?

R. Em qualquer área de trabalho é mercado é muito concorrido. No jornalismo não é diferente e com a implantação de tantas faculdades de Jornalismo, o mercado está ficando meio acirrado.

- Qual é a idade mínima exigida para ingressar nesta profissão?

R. Acredito que não tem idade, mas deve-se observar o mínimo exigido pela legislação para que um jovem possa ingressar no trabalho, isto em qualquer área.

- Dê agora uma DICA PROFISSIONAL aos leitores desta entrevista que trabalham ou pretendem trabalhar nesta área.

R. Sempre me fazem essa pergunta. É um trabalho que gosto muito e acho muito bom o convívio com o pessoal da redação. Em outras épocas escrevia minhas matérias na redação do jornal, hoje envio tudo pela internet. Sinto falta desse convívio, na redação sempre chega alguém contando alguma novidade, isso é muito bom. Quanto à Dica acredito que em qualquer profissão precisamos acreditar no que fazemos e conquistar a credibilidade. No jornalismo é essencial que se faça um trabalho com muita seriedade.

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Repórter Cinematográfico


Nome do entrevistado:
Casteletto, Wagner Luis
E-Mail:
wcasteletto@hotmail.com
wcasteletto@isic.com.br

Área de atuação:
Repórter Cinematográfico

- Porque você escolheu esta área profissional?

R. Comecei em uma tv (Tvi SBT) como motorista e iluminador, mas sempre achei a profissão de câmera muito apaixonante, e consegui depois de 3 meses.

- Quais cursos/faculdades são necessários para se tornar um profissional nesta área?

R. Eu sempre falo que essa profissão o que vale é a pratica, mas todo curso é válido, como por exemplo de iluminação, fotografia, cursos de atualização das câmeras já que estamos na era digital, isso eu acho muito importante!

- Quais são as maiores dificuldades encontradas em seu dia-a-dia?

R. Não acho que tenha muitas, mas acho que por nós trabalharmos na maioria das vezes com gente, existe pessoas que não ajuda mas atrapalha bastante.

- Os recursos investidos em especializações para a sua carreira estão dando o retorno esperado?

R. Todo recurso investido em sua profissão é válido, eu sempre acredito e muito no retorno, seja imediato, médio ou a longo prazo, se soubermos aproveitar esse investimento o retorno sempre vem, mas é muito importante saber no que vc está investindo.

- Quais são os maiores pontos positivos em trabalhar nesta área?

R. A possibilidade de estar sempre aprendendo, faz com que se torne uma profissão apaixonante e na parte financeira também é bom, desde que, o profissional se dê valor, é claro!

- Esta profissão completa seus objetivos profissionais ou ainda falta algo?

R. Sempre falta algo, eu acho que é sempre bom faltar algo, nós nunca podemos parar, eu acredito que algo a mais é crescer cada dia mais, o meu objetivo profissional é ser diretor de fotografia.

- Existem níveis de cargo em sua profissão?

R. Sim, Cabo Man, assistente de câmera, depois disso, no meu caso passei a operador de câmera e depois de um tempo consegui meu registro de repórter cinematográfico, que atua na área do jornalismo, mas já estou a um tempo trabalhando tb na área da publicidade, e depois vem os diretores de fotografia, de arte,etc..

- O mercado de trabalho acolhe bem os profissionais nesta área?

R. Eu acredito que sim, eu não tenho o que reclamar!

- Qual é a idade mínima exigida para ingressar nesta profissão?

R. Quando puder começar a trabalhar já é hora de ingressar nessa profissão, o quanto antes melhor.

- Dê agora uma DICA PROFISSIONAL aos leitores desta entrevista que trabalham ou pretendem trabalhar nesta área.

R. Primeiro tem que gostar, aprender bastante para poder se valorizar, e não ficar só na teoria, eu falo isso porque tem profissionais que tem muita conversa, e saber que é bom nada. Nós temos que nos valorizar, aprofundarmos na carreira que queremos seguir!